sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Este palhaço não fez nada em oito agora, fica com a cara de ' FDP' falando segurança: Investimentos dos últimos anos não contêm violência, dizem especialistas por Juliana Almirante / Maria Garcia Wagner inaugura base de Águas Claras | Foto: Manu Dias/ Secom Tema recorrente nos recentes embates eleitorais, a área de segurança pública na Bahia não atingiu plenamente as metas estipuladas pelo governador Jaques Wagner (PT) no pleito em que alcançou a reeleição. O cumprimento das propostas de Wagner, agora no último mandato, foi analisado pelo Bahia Notícias em uma série de reportagens na terça (2), quarta (3) e quinta-feira (4). A Secretaria de Segurança Pública (SSP) divulgou que não possui o balanço dos dados referentes à proposições estabelecidas, como o número de contratação e de ações de valorização das carreiras dos policiais. A pasta afirmou que programa o anúncio das informações apenas para meados de dezembro. Na falta de dados oficiais, o BN ouviu especialistas e representantes de categorias para compreender o resultado da política de segurança pública nos anos de 2011 a 2014. Confira a comparação entre a expectativa do governo estadual e as condições do setor:   Consolidar a política de segurança pública, aprofundando as ações articuladas de prevenção e repressão, dotando a polícia com tecnologia, equipamentos, viaturas e mais serviços de inteligência. O governo do estado divulgou, em último balanço, a aquisição e locação de 2,7 mil veículos para a Polícia Militar de 2007 a 2014. Segundo a administração, a quantia integra os atuais três mil veículos da corporação. No mesmo período, a PM teve o incremento de 19,5 mil armas letais, 500 não letais e 22,9 mil coletes balísticos. O presidente da Associação dos Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra) - que participou de duas greves da categoria, em 2012 e em 2014 -, Fábio Brito, considera que as ações não são suficientes. "É mero paliativo. Bala desacompanhada de políticas sociais não resolve o problema da segurança pública. Tem que vir acompanhado de lazer, esporte, escolas, controle de natalidade, planejamento familiar, saneamento básico. É um ciclo. Quando você tira a caneta da criança, está colocando a pistola”, compara. Já a promessa de intensificação dos serviços de inteligência, parte da estratégia de prevenção e repressão à violência, é desacreditada pelo coordenador do Observatório de Segurança Pública da Bahia (OSPB), Carlos Alberto Gomes. “A inteligência tem que ajudar reduzir o crime organizado. Temos uma situação em que os criminosos andam com armas na cintura. Se fosse suficiente, não seria assim”,

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