quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Já somam 936 o número de municípios que declararam situação de emergência ou calamidade pública por falta de água no Brasil. A região mais afetada é o Nordeste, seguido pelo Sudeste do país. A crise da água é consequência da falta de infraestrutura hídrica; exploração irresponsável dos recursos naturais; e demora nas tomadas de decisões para conter situações emergenciais. A previsão de estiagem já era anunciada há anos, mas pouco foi feito. Resta à sociedade civil organizar-se tanto para cobrar seus representantes, como para contornar a situação da melhor maneira possível - consumindo menos água no presente e no futuro. http://goo.gl/nJkXW1 Greenpeace Brasil Já somam 936 o número de municípios que declararam situação de emergência ou calamidade pública por falta de água no Brasil. A região mais afetada é o Nordeste, seguido pelo Sudeste do país. A crise da água é consequência da falta de infraestrutura hídrica; exploração irresponsável dos recursos naturais; e demora nas tomadas de decisões para conter situações emergenciais. A previsão de estiagem já era anunciada há anos, mas pouco foi feito. Resta à sociedade civil organizar-se tanto para cobrar seus representantes, como para contornar a situação da melhor maneira possível - consumindo menos água no presente e no futuro.
Quarta, 11 de Fevereiro de 2015 - 12:20 Projeto pede revitalização de nascente do Paraguaçu por Francis Juliano Projeto pede revitalização de nascente do Paraguaçu Nascente fica em Barra da Estiva / Foto: Reprodução Uma área de proteção no rio Paraguaçu para evitar uma possível crise hídrica nos municípios margeados pelo canal. A iniciativa é do deputado estadual Carlos Geilson (PTN) e tem como meta revitalizar o rio a partir da nascente em Barra da Estiva, na Chapada Diamantina. “É necessário tomar essa posição para evitar que a gente tenha o mesmo problema de São Paulo”, disse o deputado em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com o legislador, a Área de Proteção Ambiental (APA) seria o primeiro passo para revigorar a nascente do rio que “está completamente desprotegida”. O Paraguaçu, com 614 quilômetros de extensão, é considerado o maior rio baiano e beneficia em torno de 2,3 milhões pessoas em 86 municípios. Entre eles, Salvador e região metropolitana, além de Feira de Santana e mais uma dezena de cidades. Para o projeto seguir um leito vitorioso é preciso que a assembleia aprove a iniciativa e o governador, Rui Costa, acate a medida.
MP pede à Justiça suspensão de aterro sanitário em Feira de Santana A empresa Sustentare Serviços Ambientais S.A. terá que suspender imediatamente todas as atividades de operação do aterro sanitário que administra no bairro Nova Esperança, no município de Feira de Santana, caso a Justiça atenda a um novo pedido de tutela antecipada realizado ontem, dia 10, pelo Ministério Público estadual. Com base em relatórios elaborados pela Câmara de Saneamento do MP e pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado da Bahia (Inema), a promotora de Justiça Ambiental Karinny Guedes afirma que as atividades da Sustentare “têm resultado em contaminação do solo e de recursos hídricos por chorume, além da poluição atmosférica causada pelos gases”. No pedido, ela lembra que a empresa tem descumprido decisão liminar concedida pela Justiça em face de um primeiro pedido feito em ação civil pública ajuizada em 2013 contra as irregularidades. Segundo a promotora, os relatórios apontam que, desde março de 2012, o Inema constatou pelo menos seis ocasiões diferentes de danos ambientais no aterro sanitário da Sustentare. Mesmo com as notificações e aplicação de multas pelo órgão ambiental e com a decisão judicial suspendendo as atividades relativas à destinação inadequada de chorume, a empresa se manteve em funcionamento, praticando reiteradas irregularidades operacionais e gerando danos ambientais. Entre os problemas, está o despejo inadequado do chorume, contaminando o solo; a estação de tratamento de chorume descoberta, com produção de maus odores e liberação de gases potencialmente nocivos à atmosfera; e descumprimento de condicionantes estabelecidas no licenciamento ambiental.